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5/29/13

noções de direito:O ABORTO NO BRASIL


 
O ABORTO NO BRASIL

 

 

                        O aborto é a interrupção da gravidez com a conseqüente morte do produto da concepção. O aborto também pode ser entendido como a interrupção da gravidez que gera a morte do ovo (quando praticado até três semanas de gestação), do embrião (quando praticado de três semanas a três meses), ou do feto (após três meses de gestação).[1][1]

                        Em uma rápida noção histórica sobre o aborto, pode-se afirmar o seguinte:

 

A prática do aborto é conhecida há muito tempo. Porém nem sempre foi considerada criminosa. Com o cristianismo, a reprovação social do aborto foi firmada. Houve épocas em que se condenava à morte a mulher que fizesse aborto.Atualmente, vários países não incriminam o aborto quando provocado até o terceiro ou quarto mês de gravidez, como a Inglaterra, França, Dinamarca, Alemanha, Hungria, etc. A China, visando conter o crescimento populacional, não só faculta o aborto por lei, como também mantém clínicas especializadas (do governo) que atendem gratuitamente a população. [2][2]

                       

                        As modalidades de aborto no Brasil são:

·         Aborto Natural - não constitui crime. A interrupção da gravidez é espontânea, natural.

·         Aborto Acidental - também não é incriminado. Ocorre normalmente em conseqüência de traumatismos, quedas, etc.

·         Aborto Legal – não é crime no Brasil. Está previsto no art. 128 do Código Penal. Ocorre em duas hipóteses: 1ª - quando é necessário para salvar a vida da gestante, denominado de aborto necessário ou terapêutico. 2ª - quando a gravidez é resultante de estupro, denominado de aborto sentimental.

·         Aborto Criminoso -  está previsto nos arts. 124 a 126 do Código Penal.

                        O art. 124 do Código Penal estabelece que:Provocar Aborto em si mesma ou consentir que outrem lho provoque: Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos.”

                        Nesse caso, temos:

·      O chamado auto-aborto, ou seja, a própria gestante realiza algum procedimento abortivo.

·      O aborto consentido que é o consentimento que terceiro provoque o aborto na gestante. Existe o consentimento da gestante. Nesse caso, a gestante responderá pelo crime previsto no art. 124 do Código Penal e o terceiro que praticou os atos abortivos na gestante, responderá pelo crime do art. 126 do Código Penal, que prevê uma pena maior, como veremos adiante.

                        O art. 125 do Código Penal prevê que: “Provocar Aborto, sem o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos.”

                        Nesse crime o aborto é realizado por terceiro (qualquer pessoa), sem o consentimento da gestante.

                        Quem, por imprudência [3][3], praticar um aborto responde por crime de lesão corporal culposa, sendo vítima a gestante. Caso seja a própria gestante que, por imprudência, deu causa ao aborto, não responderá por crime algum porque nosso Código Penal não pune a autolesão.

                        O art. 126 do Código Penal estabelece: “Provocar Aborto com o consentimento da gestante: Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos.”  Aqui nos deparamos com a figura do aborto praticado por terceiro (qualquer pessoa) com o consentimento da gestante. Esse crime pressupõe que a autorização da gestante dure até o momento final do aborto (que é a interrupção por completo da gravidez).

                        Como ficou demonstrado, a lei pune com rigor o aborto criminoso no Brasil.

Não obstante a isso, e segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, perto de 3 milhões de abortos clandestinos são praticados, por ano, no Brasil.

 

Tal prática, além de criminosa, é certamente efetivada por pessoas sem preparo médico (curiosas), que usam métodos rudimentares, em ambientes sem esterilização e assepsia, gerando sérios riscos à segurança e à vida da mulher.

 

Com muita freqüência, os hospitais recebem mulheres que fizeram aborto em suas próprias casas ou em clínicas ilegais de aborto (chamadas "casas dos anjinhos"), que apresentam quadros extremamente graves. Perfurações uterinas e intestinais, hemorragias, infecções, peritonites graves, anemias e morte são quadros muito comuns em mulheres que praticam o aborto, especialmente o criminoso que é efetivado de forma inadequada. [4][4]

 

                        No art. 128 do Código Penal está previsto o chamado aborto legal, hipótese onde o aborto não é considerado crime. Esse artigo prevê o seguinte: “Não se pune o Aborto praticado por médico:

I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;

II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.

                        Como foi dito anteriormente, essa modalidade de aborto ocorre em duas hipóteses:

·      1ª - quando é necessário para salvar a vida da gestante, denominado de aborto necessário ou terapêutico.

                        Os requisitos que devem estar presente no aborto necessário são:

a)    que seja feito por médico;

b)    que não haja outro meio para salvar a vida da gestante.

                        Basta a simples constatação de que no futuro haverá perigo para a gestante, poderá ser realizado o aborto.

                        Existe também o aborto eugênico ou aborto eugenésico, que se refere ao aborto feito em razão de alguma anomalia ou doença do feto. Veja que essa modalidade de aborto não está prevista no Código Penal, porém, a Justiça já decidiu, em alguns casos, que é possível a prática do aborto quando ficar constatado no feto algumas doenças, como a Síndrome de Dawn e a anencefalia (feto sem cérebro, o que torna a incompatível com a vida extra-uterina). São decisões excepcionais, mas possíveis de ocorrer.

Alguns países já consideram permitida a interrupção da gestação por má formação do feto, tais como Bélgica, França, Espanha, Itália, Suíça, Hungria, Áustria, Cuba, Nova Zelândia, República Checa.  Já o México, Paraguai, Venezuela, Equador, China, Chile, Argentina e Colômbia não permitem essa modalidade de aborto, por motivo de deficiência de formação do feto.

Em termos gerais, a questão assim se coloca: a mãe tem direito a interromper a gravidez ou deve levar a gestação até o fim? A permissão para o aborto de portadores de anencefalia não poderia, mais adiante, justificar o aborto de neonatos com outras deficiências (denominação do aborto eugênico, em sua conceituação mais ampla) e mesmo a eutanásia de doentes terminais ou portadores de doenças consideradas incuráveis?Trata-se de duas abordagens que precisam ser devidamente respeitadas, principalmente quando se levam em consideração as bases de defesa recíprocas e os campos de hipóteses levantadas.

Pelo conceito de aborto legal, no Brasil, a interrupção da gravidez pode ocorrer em fetos com total potencialidade de vida, mas, por terem sido gerados por estupro ou em razão de a gestação causar risco de vida à mãe, a interrupção pode ser autorizada. Ora, se a legislação brasileira já aceita o aborto de feto com potencialidade de vida, deve permitir os procedimentos médicos para a interrupção das gestações de fetos inviáveis. Não podemos, também, deixar de considerar a abordagem científico-pragmática: se a legislação declara morto um paciente, após a constatação de sua morte cerebral (inclusive para fins de transplante de órgãos), a interrupção da gestação de um feto anencefálico se ompatibiliza com essa hipótese legalmente prevista. [5][5]

·      2ª -  quando a gravidez é resultante de estupro, denominado de aborto sentimental.

                        Os requisitos para a configuração do aborto sentimental são:

a)    que seja feito por médico;

b)    que a gravidez tenha resultado de estupro (relação sexual pênis-vagina, sem o consentimento da mulher, mediante violência física, ou por qualquer outro meio que dificulte sua defesa, como por exemplo, uso de medicamentos.)

c)    que haja consentimento da gestante, ou se menor de idade, de seu representante legal (pais, por exemplo).

d)    não se exige autorização judicial. Na prática, basta a apresentação do boletim de ocorrência no hospital.

                       O tema é bastante controvertido porque envolve questões morais, religiosas, legais e até políticas.

Bibliografia básica

 


 

PAPALEO, Celso Cezar. Aborto e contracepcao: atualidade e complexidade da questao. Editora: RENOVAR.

 

PRADO, Danda. O que e aborto. Editora: BRASILIENSE.

VERARDO, Maria Tereza. Aborto: um direito ou um crime? Editora: MODERNA.



[1][1] Disponível em:< http://www.oabsp.org.br/cartilha/aborto.asp> Acesso em: 13 fev. 2006.
[2][2] Disponível em:< http://www.oabsp.org.br/cartilha/aborto.asp> Acesso em: 13 fev. 2006.
[3][3] O conceito de imprudência é a inobservância das precauções necessárias. É a prática de um perigoso.
[4][4] Disponível em:< http://www.oabsp.org.br/cartilha/aborto.asp> Acesso em: 13 fev. 2006.
[5][5] Disponível em:<http: http://conjur.estadao.com.br/static/text/32456,1> Acesso em: 20 fev. 2006.

Noções de direito:TEXTO – O VOTO COMO FORMA DE PARTICIPAÇÃO POPULAR


TEXTO – O VOTO COMO FORMA DE PARTICIPAÇÃO POPULAR
 

 

 

 

                        Costuma-se dizer que votar é um dever cívico. É um exercício de liberdade e responsabilidade.

                        O voto é a melhor forma pela qual os cidadãos participam da vida política de seu país, escolhendo seus representantes no governo. É o pilar do Estado Democrático de Direito (o poder emana do povo).

                        É importante salientar que cidadão é o indivíduo que, como membro de um Estado, usufrui de direitos civis e políticos garantidos pelo mesmo Estado e desempenha os deveres que, nesta condição, lhe são atribuídos. [1][1]

                        Um dos principais direitos políticos previsto na Constituição Federal é o chamado direito de sufrágio, que corresponde à capacidade da pessoa eleger seu representante, de ser eleita e de participar do governo.

                        Todo cidadão tem o direito de participar do governo (sufrágio), o exercício desse direito (o voto), e o modo de exercício (escrutínio – processo de votação, urna de votação)

                        Esse direito apresenta-se em dois aspectos:

1 – capacidade eleitoral ativa = direito de votar, denominado de alistabilidade. Seu titular é o eleitor.

2 – capacidade eleitoral passiva = direito de ser votado, denominado de elegibilidade. Seu titular é o elegível (candidato)

                        Elegibilidade é a possibilidade de o cidadão requerer mandatos políticos, mediante a eleição popular, desde que preenchidos determinados requisitos. No Brasil os requisitos de elegibilidade são;

1 - a nacionalidade brasileira;

2 - o pleno exercício dos direitos políticos;

3 - o alistamento eleitoral;

4 - o domicílio eleitoral na circunscrição;

5 – a filiação partidária (ninguém pode concorrer à eleição sem partido político)

                        Outro requisito essencial de elegibilidade é a questão da idade mínima para determinados cargos:

1-  trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;

2 -  trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal;

3 - vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;

4 - dezoito anos para Vereador.

                        O voto é um dever e uma função social. No Brasil o voto possui as seguintes características:

·         personalidade  – o eleitor deve estar presente pessoalmente

·         liberdade – o eleitor pode escolher seu candidato dentre os existentes, e até mesmo, pode votar em branco;

·         secreto e sigiloso;

·         direto – porque o eleitor escolhe seu representante sem intermediários.

·         obrigatório – o voto e o alistamento eleitoral é obrigatório para os eleitores de 18 a 70 anos, e facultativo para os maiores de 16 a 18 anos e analfabetos.

·         igualdade – os votos dos eleitores têm o mesmo valor no processo eleitoral, independente de sua classe social, cor, religião, credo, idade ou situação econômica.

                        A Constituição Federal estabelece que a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:

I - plebiscito;

II – referendo.

                        O plebiscito é uma consulta prévia que o governo faz aos cidadãos no gozo de seus direitos políticos, sobre determinada matéria a ser, posteriormente, discutida pelo Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado Federal).

                        O referendo também é uma consulta, só que posterior sobre determinado ato governamental para ratificá-lo, ou no sentido de conceder-lhe eficácia ou para retirar-lhe a eficácia. [2][2] 

                        O governo brasileiro em 2005 utilizou o referendo para consultar os cidadãos, sobre a proibição ou não da comercialização de armas no país.

                        O plebiscito foi utilizado em abril de 1993, para a consulta sobre a forma (Monarquia ou República) e o regime (Parlamentarismo ou Presidencialismo) de governo a ser adotado no Brasil.

                         Afirma José Luiz Ames que o voto deve ser consciente, e para tal, é fundamental que se entenda o conteúdo do voto. Segundo esse autor:

Em primeiro lugar, deve-se conhecer as propostas do candidato. Quanto a isso é preciso examinar, ao menos, o seguinte: as propostas são viáveis ou são promessas vazias? A quantidade das propostas é compatível com o volume de recursos e o tempo disponível? Respondem à ordem das prioridades e urgências de interesse da maioria ou são em benefício de grupos minoritários? O comportamento mais comum da parte dos candidatos é impressionar os eleitores com uma relação de propostas sem mostrar como é possível realizá-las. São, na verdade, promessas vazias. Em segundo lugar, a própria pessoa do candidato. Quais as ações desenvolvidas por ele o credenciam para o exercício do cargo pleiteado? É somente uma pessoa de prestígio ou já demonstrou possuir capacidade administrativa para o exercício do cargo pretendido? Quais os valores que defende? É alguém de convicções firmes ou muda ao sabor das conveniências? Pode comprovar sua honestidade e integridade ou seus negócios estão repletos de sombras? [3][3]

                       

                        O voto no Brasil não é consciente, principalmente, nas classes sociais mais baixas, onde o poder dos marqueteiros ainda é grande.

 

 

 

 

Bibliografia básica:

AMES, José Luiz. O voto consciente. Disponível em: <http: http://users.hotlink.com.br/fico/2004/07/o-voto-consciente.html>

 

DIMENSTEIN, GILBERTO. Como não ser enganado nas eleições . Editora: ATICA

 

MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2000

 

OLIVEIRA, CHARLES SOARES.  A representação política ao longo da historia Editora: CRUB

 

SILVA, José Afonso da. Curso de direito constitucional positivo. 24. ed. São Paulo: Malheiros, 2005.



 
 
 

5/07/13

Música: Teoria musical 03

Figuras de notas e pausas

As FIGURAS DE NOTAS, são sinais que indicam a duração de sons, e as FIGURAS DE PAUSAS são os sinais que indicam a duração de silêncio. E conforme a sua duração, recebem formas e nomes diferentes.



As Figuras de notas podem-se compor de 3 partes: Cabeça, haste e colchete.


Observação: A pausa da semibreve está colocada abaixo da 4a.linha e a da mínima acima da 3a.linha.

EXERCÍCIOS:

1- Que são figuras de notas?
2-Que são figuras de pausas?
3-Diga os nomes das figuras pela ordem apresentada.
4-De quantas partes pode-se compor uma figura e quais são elas?
5-A semifusa quantos colchetes tem?
6-Onde é colocada a pausa da semibreve?
7-Onde é colocada a pausa da mínima?

 Respostas:
1) sinais que indicam a duração de sons
2)sinais que indicam a duração de silêncio
3)semibreve, mínima, semínima, colcheia, semicolcheia, fusa,semifusa.
4)3 partes, cabeça, haste e colchete.
5) 4 colchetes
6) abaixo da 4a.linha.
7) acima da terceira linha



Música 02

Notação Musical

são os sinais que representam a escrita musical, tais como: Pauta, Clave, Notas, etc.

Sons musicais

Os sons musicais são sete: do-re-mi-fá-sol-la-si, que representam as notas.

Pauta

São cinco linhas paralelas e horizontais, formando entre si 4 espaços.

5a. linha______________________________________________
                            4o.espaço
4a. linha______________________________________________
                          3o. espaço
3a. linha______________________________________________
                           2o. espaço
2a. linha_______________________________________________
                          1o. espaço
1a.linha_______________________________________________

As linhas e espaços da pauta contam-se de baixo para cima.
A pauta pode ser chamada também de PENTAGRAMA, que quer dizer:
                     PENTA=CINCO e GRAMA=LINHAS

Linhas e espaços suplementares

Adiciona-se acidentalmente a pauta pequenas linhas e espaços suplementares INFERIORES e SUPERIORES, e que se conta partindo da pauta.
          __
          __ Linhas e espaços suplementares superiores
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
____________________________________________________________
          __
          __Linhas e espaços suplementares inferiores

CLAVE
É um sinal que se coloca no início da pauta para dar nomes as notas.
As claves são sete representadas por três figuras:

Cada clave dá o seu nome a nota escrita, sobre a linha que ela se assina. E consequentemente, determina o nome de todas as notas escritas sobre as outras linhas e espaços.
]Iniciaremos nossos estudos com a clave de sol.

A clave de sol assina-se na 2a. linha


Exercícios
 1-O que é notação musical?
2-Quantos são os sons musicais e quais são?
3-O que é pauta?
4-Como se contam as linhas e espaços da pauta?
5-Como se contam as linhas e espaços suplementares?
6-O que é clave?
7-Qual a linha que a clave de sol assina?

RESPOSTAS:
1) são os sinais que representam a escrita musical.
2) 7 do-re-mi-fá-sol-la-si
3) São linhas paralelas e horizontais formando entre si 4 espaços
4) de baixo para cima
5) Pentagrama
6) partindo da pauta
7) Na segunda linha



4/29/13

MÚSICA: Teoria musical- 01

INTRODUÇÃO:

Música

É a arte de manifestar os diversos afetos da nossa alma mediante o som.
Divide-se em três partes: Melodia,harmonia e ritmo.

Melodia: É a combinação de sons sucessivos (dados uns após outros).
Harmonia: É a combinação de sons simultâneos( dados de uma só vez).
Ritmo: É a combinação dos valores.

  LIÇÃO -01


PROPRIEDADES DO SOM:

O som possui quatro propriedades: Altura, Intensidade, Timbre e duração.

ALTURA: É a distinção que fazemos entre os sons GRAVES e AGUDOS.Para representar graficamente a Altura dos sons usam-se na Música sinais chamados Notas.

INTENSIDADE: É a propriedade de um som ser mais FORTE ou mais FRACO que o outro.

TIMBRE: É a propriedade que nos permite distinguir um instrumento de outro uma voz de outra voz.

DURAÇÃO: A duração do som é regulada pelo ritmo. É o maior ou menor tempo dispendido na produção do som. É aplicável também ao silêncio.

  EXERCÍCIOS:


1-Quantas propriedades possui o som?
2-Oque é Altura?
3-Qual a propriedade, que nos permite saber se um determinado som é FORTE ou FRACO?
4-Oque é timbre?
5-O que é duração?

6-Numere a segunda coluna de acordo com a primeira:

(1) Intensidade                                       (    ) Som grave ou agudo
(2) Duração                                           (    ) Diferenças dos sons
(3) Altura                                               (    ) Som longo ou curto
(4) Timbre                                              (    )Som fraco ou forte


Respostas:
1-4 propriedades
2-sons graves ou agudos
3-Intensidade
4-Distinção entre os sons de um instrumento de outro, uma voz de outra voz.
5-Maior ou menor tempo na produção do som ou do silêncio.
6- (3-4-2-1)

EXPLICAÇÃO:


4/22/13

INGLES- leitura recomendada

 
THE BLUE DEATH
The skay is in my eyes, I don´t have a body
Is the moment of death the truth of absence?
Is the moment of life the fire of purity?
Is the moment of light!
Is the moment of flight!
Where is the worry?
The plenitude absorbed my mind
The sea is like silk
The wind is slipknots
The space is my country
The kisses of time disappeared; carried me
To essence, to the cell, to the knowledge
No more pain; no longer the need to worry
No more memory
Only my blue heart!
Just blue envelopes me in it´s cloak!
©Julie Sopetran

LITERATURA- O CORTIÇO no contexto do naturalismo

O cortiço


 de Aluísio Azevedo, e o novo paradigma

na literatura brasileira oitocentista: o naturalismo



OBJETIVO


Refletir sobre o papel de

O cortiço, de Aluísio Azevedo, na formação do

novo paradigma da literatura brasileira, o naturalismo.


LEITURA RECOMENDADA


O cortiço


, de Aluísio Azevedo, e o novo paradigma na literatura brasileira

oitocentista: o naturalismo



Isabel Pires

A partir da comparação feita por Antônio Cândido, no texto

De cortiço a

cortiço


(1993), entre O cortiço, de Aluísio Azevedo, e O germinal, de Émile Zola, pudesse

perceber que o naturalismo no Brasil, tal como o romantismo, ainda importa um

modelo de romance europeu, sobretudo francês. Para Cândido, porém, enquanto Zola

apresenta simplesmente o modo de vida do operário francês, num cortiço cuja

característica mais marcante é a verticalidade como resultado do processo

desordenado de urbanização,

O cortiço de Aluísio Azevedo representa “aspectos que

definem o país todo” (p.138), superando assim a obra que lhe serviu de modelo.

[...]

Para ele [Antônio Candido], o Naturalismo brasileiro, ao propor o

determinismo do meio e da raça como fatores incontroláveis de degradação da

sociedade, faz com que os intelectuais e os políticos da época percam de vista “a

dimensão mais acessível, que são os aspectos sociais, onde está a chave” (p.139), e

que seriam revelados somente mais tarde, com os estudos sociológicos de Gilberto

Freyre.

[...]


 
Em

O cortiço, a mistura das raças, que começa a ser abordada pela

literatura no Brasil como um dado concreto da sociedade brasileira, é vista

incontestavelmente como algo negativo e mesmo degradante na conformação dessa

mesma sociedade. A “Estalagem de São Romão”, ou seja, o cortiço onde se desenrola

a história do livro, abrigando imigrantes italianos, colonos portugueses, brasileiros

pobres, mulatos e mestiços de todo o tipo transforma-se, na ótica de Aluísio Azevedo,

em um lugar brutal, onde vida e morte pouco valem, espécie de charco no qual

fermentam vícios e paixões animalizadas, expondo o lado vil da existência humana.

Assim, o meio também se revela, pelo paradigma naturalista adotado, como fator de

conformação social. Em

O cortiço, pois, o paradigma naturalista substitue o paradigma

de literatura como “documento da história”, presente no romantismo. Deste modo, no

ambiente do cortiço, os personagens, de acordo com o novo paradigma, são reduzidos

à condição de “documentos humanos” (RIEDEL, s/data), servindo de estudo da

“patologia” da sociedade, em que a raça e o meio têm papel preponderante.

O cortiço, embora composto por personagens individualizados, cada um

com a história de vida própria, se sobrepõe à individualidade para ser “a comuna” (

O

cortiço


, p.113), tornando-se assim um personagem coletivo, resultante da mistura

orgânica entre a “terra fumegante e a umidade quente e lodosa” (RIEDEL, p.26).

[...]

No entanto, não é somente na conjugação dos fatores raça e meio que a

adoção do paradigma positivista se evidencia na obra de Aluísio Azevedo. Este também

é claramente demonstrado pela pretensa imparcialidade com que o ponto de vista de

cada personagem é apresentado. Ou seja, é oferecida ao leitor, igualmente, a visão —

ou “versão” — que cada um possui acerca dos fatos em que se envolvem.

[...]

Finalmente, mais um traço do paradigma positivista da ciência adotado em

O cortiço pode ser percebido pela ausência de julgamento da conduta dos

personagens, cujo extremo é a impunidade dos crimes cometidos (os roubos e

falsificações de João Romão, o assassinato de Firmo por Jerônimo e seus cúmplices,

os excessos da polícia etc.). Nesse aspecto,

O cortiço se distancia drasticamente do

romantismo, e em especial da obra de José de Alencar, que encerra juízos de valor,

com consequente “julgamento” e “condenação” da conduta dos personagens, como

ocorre em Lucíola, com a morte da prostituta Lúcia. [...]

HEHE POIS É...

logosofia

A Logosofia acelera o processo individual de aperfeiçoamento

Brasília 23/7/10 – Paz, sabedoria e felicidade. São estas três as maiores aspirações do ser humano sob a ótica logosófica. A consciência de que esses objetivos precisam ser construídos a partir do conhecimento de si mesmo, do estudo e da experimentação permanente, que levam à revisão de conceitos e da própria condução da vida, está entre as bases da Logosofia, ciência que completa 80 anos da sua criação em agosto. A data será comemorada com um Congresso Internacional a realizar-se em Brasília, entre os dias 13 e 15 próximos, com a expectativa de reunir 3 mil docentes da Fundação Logosófica vindos de 14 países.
A Logosofia acelera o processo para alcançar os objetivos de vida, explica a docente e ex-reitora da Fundação Logosófica de Brasília, Teresinha Contreira. “Ter disciplina, administrar o tempo e viver conscientemente, atribui mais conteúdo à vida, e se ganha em resultados porque se eu esperava um ano para ter um resultado que posso ter em meses, houve uma aceleração, houve uma ampliação da vida”, afirma a docente que participará do Congresso.
Fundação - A Logosofia foi criada em 1930, na Argentina, pelo pensador e humanista Carlos Bernardo González Pecotche que viveu até 1963. Para difundir os fundamentos desta ciência, González Pecotche criou a Fundação Logosófica – em Prol da Superação Humana, que tem, no Brasil, a maior concentração de estudantes, com atividades em suas mais de 100 sedes e Centros de Estudos localizados em 18 estados da Federação.
A Fundação Logosófica integra estudantes com diversas formações profissionais. São empresários, gestores de organizações públicas e privadas, educadores, universitários, profissionais liberais e outros de diferentes áreas, os quais buscam um meio de aperfeiçoamento psicológico, ético, moral e espiritual. Ao criar uma nova forma de sentir e conceber a vida, baseada em conceitos próprios, a Logosofia propõe uma investigação sobre si mesmo, por meio de um método de estudo individual e coletivo, aplicando os conhecimentos logosóficos à própria vida e obtendo, como resultado, o aprimoramento dos conceitos e da conduta.
Pensamento - Conhecer, selecionar e controlar os pensamentos são exercícios diários praticados pelos estudantes de Logosofia, ao aplicar o método logosófico para aperfeiçoar a própria conduta.
De acordo com Teresinha Contreira, docente da Fundação Logosófica de Brasília e estudante desta ciência há 36 anos, “a Logosofia nos leva a investigar e estudar a própria vida e isso favorece tudo”. Ela observa, por exemplo, que se perguntarmos o conceito de vida às pessoas, uma parte delas não saberia responder. “Porque o que vemos é que as pessoas vivem a vida por viver, sem um objetivo, e quando os têm, esses são materiais”, explica.
Felicidade – uma das grandes aspirações de todos os seres humanos é ser feliz! E o que é necessário para ser feliz?
Na Logosofia, os estudos levam à consciência de que para ter paz, felicidade e sabedoria, deve-se obter conhecimento específico, de natureza superior, adquirido com a aplicação do método original desta Ciência criada por Gonzalez Pecotche há 80 anos. Por essa razão, sublinha Teresinha, “a Logosofia não tem adesão em massa, é necessário um comprometimento individual grande, no que diz respeito ao esforço necessário à realização do processo de aperfeiçoamento individual e, também, quanto à capacitação para levar o ensinamento logosófico aos demais seres, para que um número cada vez maior possa desfrutar desta oportunidade de crescimento como ser humano”.
Para estudar – A Fundação Logosófica é uma entidade sem fins lucrativos e tem objetivos exclusivamente educacionais, que visa promover o processo de superação integral do ser humano por meio de estudos sobre o seu sistema mental e sensível, procurando harmonizar a atuação dos pensamentos, da inteligência e da sensibilidade. Aberta a novos estudantes, a Fundação promove palestras e reuniões informativas gratuitas em suas sedes no Brasil e nos demais países. Para acompanhar a programação das palestras acesse o site:  http://www.logosofia.org.br/cursos/default.aspx.

abaixo assinado

ĐΛŇỈ€Ł ™ (cdanv@hotmail.com)
18/04/2013
De:ĐΛŇỈ€Ł ™ (cdanv@hotmail.com)Este remetente está na lista de contatos.
Enviada:quinta-feira, 18 de abril de 2013 20:04:40
Para:
Abaixo-assinado CÂMARA DE PATOS DE MINAS CONTRATA ASSESSORES

Para:Presidente da Câmara Municipal de Patos de Minas

Patenses. Eleitores patenses. Os vereadores da Câmara Municipal de Patos de Minas poderão contratar mais um assessor a partir do próximo mês.Os vereadores da Câmara Municipal de Patos de Minas poderão contratar mais um assessor a partir do próximo mês. O Projeto de Resolução que autoriza a contratação do terceiro assessor foi aprovado na reunião dessa quinta-feira (24). Foram 14 votos favoráveis e apenas um contrário.
A Câmara Municipal de Patos de Minas possui 17 vereadores, sendo que cada vereador conta com dois assessores para trabalharem em seus gabinetes. Com a aprovação do Projeto de Resolução, os parlamentares poderão contratar o terceiro assessor. O cargo é de livre nomeação e os contratados vão atuar nos gabinetes dos vereadores. A justificativa dos parlamentares é o crescimento da demanda da população pelos serviços do legislativo. Segundo os vereadores, a Câmara de Patos de Minas é uma das mais enxutas do país. “Em Patrocínio, por exemplo, cada vereador tem quatro assessores”, argumentam os vereadores.
O salário do assessor parlamentar gira em torno de R$ 2.300,00. Como a Câmara Municipal tem um limite de gastos estipulado por lei que é de 6% do orçamento do município e que não pode ser ultrapassado, os vereadores vão ter que economizar em outros setores. somos contra isso sendo que, para tanto, solicito que assinem a presente e, a encaminhem a todos que conhecem a fim de que a mesma seja entregue ao Presidente da Câmara Municipal de Patos de Minas, mostrando a indignação e, pedindo providencias.

Os signatários

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2013N35313

Carlos Daniel Valadares

4/17/13

taichi chuan


Los 10 mandamientos del Taichi Chuan


Dictados por Yang Cheng-fu. Escritos por Chen Weiming. Haz clic en este enlace si quieres aprender Taichi en México, D.F.
  1. La energía en lo alto de la cabeza debe ser ligera y sensible.
    "La energía en lo alto de la cabeza" es guardar la cabeza bien derecha para que la energía espiritual (shen) pueda alcanzar el punto más elevado (baihui). No empleéis la fuerza muscular, que volvería rígido al cuello y perturbaría la circulación de la sangre y el hálito (Qi). Que vuestro espíritu sea espontáneo y ágil de lo contrario la fuerza vital (jingshen) no puede ponerse en movimiento.
  2. Relaja el pecho y estira la espalda.
    Entrar el pecho consiste en retenerlo ligeramente hacia el interior, para que el hálito (Qi) baje a concentrarse en el "campo de cinabrio" (Dandien). Evitad sacar pecho, pues, al estar el hálito comprimido a este nivel, la parte superior del cuerpo estará pesada, la inferior liviana y los pies tendrán tendencia a flotar. Estirar la espalda consiste en hacer adherir el hálito a la espalda. Entrar el pecho acarrea naturalmente un estiramiento de la espalda, lo que permite emitir la fuerza a partir del eje espinal, y entonces no tendréis rivales.
  3. Relaja la cintura.
    La cintura gobierna todo el cuerpo. Los pies tienen fuerza y la pelvis asiento sólo si se es capaz de relajar la cintura. Los pasajes de "lleno" a "vacío" se efectúan a partir de movimientos giratorios de cintura. Por eso se dice: "La fuente de mando está en la cintura". La falta de fuerza proviene de la cintura y de las piernas.
  4. Distingue entre lo "lleno" y lo "vacío".
    En el arte del Taiji quan, el primer principio es distinguir lo "lleno" de lo "vacío". Si todo el cuerpo se apoya en la pierna derecha, se dice que la pierna derecha está "llena" y la pierna izquierda "vacía" y viceversa. Los movimientos giratorios son efectuados con liviandad, agilidad y sin el mínimo esfuerzo si se sabe distinguir lo "lleno" y lo "vacío"; en caso contrario, los desplazamientos son pesados y torpes, el cuerpo no tiene estabilidad, y el adversario, que nos atrae, nos desequilibra fácilmente.
  5. Relaja los hombros, deja caer los codos.
    Hundir los hombros consiste en relajarlos y dejarlos caer, si no se los puede relajar y dejar caer, se levantan, provocando una subida del hálito y , en consecuencia, una falta de fuerza en todo el cuerpo. Dejar caer los codos a lo largo del cuerpo consiste en relajarlos. Si están levantados, los hombros no pueden bajar y es imposible empujar muy lejos al adversario. La técnica utilizada se acerca a la de las escuelas externas que emplean una fuerza interior (jing) discontinua.
  6. Usa la mente y no la fuerza muscular.
    Se dice en el Tratado sobre el Taiji quan: "Todo reside en el empleo del pensamiento en vez de la fuerza". Durante la práctica del Taiji quan el cuerpo está relajado, de manera que la mínima energía grosera no pueda subsistir ni estancarse entre los huesos, los músculos o las venas, y no os ata a vosotros mismos. Sólo entonces pueden efectuarse los pasajes de un movimiento a otro, con liviandad y facilidad, y ejecutarse los movimientos giratorios naturalmente. Algunos dudan de que sea posible tener una fuerza duradera sin el empleo de la fuerza muscular, pero el cuerpo humano posee canales de circulación del hálito, así como la tierra tiene sus arroyos. Si los arroyos no están obstruidos, el agua corre; si las venas no están tapadas, el hálito circula. Cuando una energía rígida llena estos canales, la sangre y el hálito se perturban, los movimientos circulatorios carecen de agilidad y basta con tirar un cabello para que todo el cuerpo se desestabilice. Si en vez de la fuerza muscular se emplea el pensamiento creador, a donde llega el pensamiento llega el hálito. Así, la sangre y el hálito circulan continuamente en el cuerpo sin detenerse un solo instante. Gracias a un largo entrenamiento se adquiere la verdadera energía interior, y como se dice en el Tratado del Taiji quan: "La agilidad y flexibilidad extremas producen la resistencia y rigidez extremas".
    Quienes están familiarizados con la técnica del Taiji quan y la dominan, tienen los brazos como hierro envuelto en algodón, la fuerza está profundamente alojada, mientros que los discípulos de las artes marciales externas manifiestan la fuerza muscular en la acción y parecen flotar en la inacción. Esto prueba que la energía muscular es sólo una energía superficial.
    Cuando se emplea la fuerza muscular en lugar del pensamiento creador, el adversario puede incitaros fácilmente a moveros, esto no merece nstra estima.
  7. Enlaza arriba y abajo.
    Enlazar arriba y abajo es conformarse al siguiente principio enunciado en el Tratado sobre el Taiji quan: "La energía toma su raíz en los pies, se desarrolla en las piernas, es dirigida por la cintura y se manifiesta en los dedos. De los pies a las piernas y a la cintura, se necesita una unidad perfecta". Todo movimiento de las manos va acompañado de un movimiento de la cintura; cuando los pies se mueven, la energía espiritual de los ojos (la mirada) se mueve al mismo tiempo y los sigue; en este caso puede decirse que arriba y abajo están enlazados; pero si una sola parte del cuerpo no se mueve con el resto, hay desorden y dislocación.
  8. Une el interior y el exterior.
    El trabajo del Taiji quan es un trabajo de la energía espiritual. Por esto se dice. "La energía espiritual es el amo, el cuerpo es el lacayo". Si puede ponerse en movimiento la fuerza vital, los movimientos son espontáneos, livianos y ágiles. El encadenamiento de los movimientos sigue los principiso (de alternancia) de "lleno" y de "vacío", de abertura y de cierre. Cuando se habla de abertura, no se trata únicamente de abertura de los pies y las manos sino también de abertura del pensamiento y el espíritu. Tampoco el cierre es sólo un cierre de los pies y de las manos, sino también del pensamiento y el espíritu. Si el interior y el exterior están unidos en un solo hálito, todo es perfecto.
  9. Continuidad sin interrupción.
    La fuerza de los que practican los sistemas externos es la energía grosera del "cielo posterior" Por lo tanto la vemos empezar y terminar, continuar y parar. La fuerza inicial se agota antes de que surja la nueva. En este nivel uno es facilmente derrotado por otros. Como en el Taiji quan se utiliza el pensamiento y no la fuerza, todo está ligado sin interrupción del principio hasta el final; cuando una revolución se termina otra comienza, el movimiento circular se desarrolla infinitamente. Dice el Tratado original: "El largo boxeo es como la ola de un largo río o del mar que se mueve continuamente y sin fin". También: "Haced que la energía se mueva como un hilo de seda que se devana de un capullo". Todo esto expresa la idea de que todo está unido por un solo hálito (Qi).
  10. Busca la quietud dentro del movimiento.
    Los practicantes de los sistemas externos creen que la habilidad consiste en saltar y agacharse. Agotan su Qi y después del ejercicio se quedan siempre sin fuerza. El Taiji quan usa la quietud para dirigir el movimiento. Incluso cuando estamos en movimiento permanecemos tranquilos. Por lo tanto, al practicar las posturas, cuanto más lento mejor. Cuando uno va más despacio la respiración se vuelve lenta y se alarga, el Qi puede bajar al Tantien y se evitan de forma natural los efectos perjudiciales del pulso acelerado. Los estudiantes deben comprender esto, pero pocos son los que lo logran.

Principios del Taichi en la vida moderna
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