ᗴ ᗩÍ ᑭIᑭOᑕᗩᗪᗩ !!! 𝔸𝕢𝕦𝕚 𝕖́ 𝕒 ⒹⒶⓎⒶ , Bem vindos ao maravilhoso mundo da literatura !!! vamos trocar figurinhas e muitas letrinhas de amor !!! qeszfzvhjbjknxviudhxoi2jlk
10/18/13
Lendas urbanas: a expressão
10/10/13
Frances: frases lindas
“PAR AMOUR !”
“POR AMOR!”
“…Qu’il soit infini aussi longtemps qu’il durera !”
“…Que seja infinito enquanto dure!”
“LA VIE SE DONNE À QUI S’EST DONNÉ”
“A VIDA SÓ SE DÁ PRA QUEM SE DEU”
“La vie est à vivre.”
“a vida e pra se viver.”
“Ose rêver”
“Ouse sonhar”
“…POUR TOUTE MA VIE…”
“…POR TODA A MINHA VIDA…”
“Le bonheur est … sentent au paradis tout en contemplant ton gracieux sourire. ”
“Felicidade é… sentir-me no paraíso ao contemplar teu gracioso sorriso.”
“LA PHRASES LES PLUS BELLES DE L’AMOUR EST DIT DANS LE SILENCE PENDANT UN OEIL.”
“AS MAIS LINDAS FRASES DE AMOR SÃO DITAS NO SILÊNCIO DE UM OLHAR.”
“Je ne sais pas si je trouve mes yeux dans tes yeux. Je ne sais pas adoucir ma douleur avec vous, mais où je vais prendre votre regard et où tu ma douleur.”
“Já não sei se encontrarão os meus olhos nos teus olhos. Já não se adoçará junto a ti a minha dor, mas por onde for levarei o teu olhar e para onde fores levarás a minha dor.”
“SEMER LES GRAINES DE LOVE TODAY, TOMORROW POUR RÉCOLTER LES FRUITS DE BONHEUR.”
“PLANTE HOJE AS SEMENTES DO AMOR, PARA COLHER AMANHA OS FRUTOS DA FELICIDADE.”
“Il ya des moments dans la vie que nous devons taire et laisser parler le silence du cœur. Pour le sentiment que la langue ne l’exprime pas parce qu’il ya des émotions qui ne connaissent pas les mots à traduire.”
“Há momentos na vida em que se deveria calar e deixar que no silêncio falasse o coração. Pois o sentimento que a linguagem não expressa é porque há emoções que as palavras não sabem traduzir.”
9/26/13
9/20/13
Arte: E o vento levou
Enredo
Trajetória da mocinha
Fome
Novo dia
Destino cruel
Oscar
Anti-heroína
No tempo certo
A mínima
Romance
Guerra Civil Norte-Americana
Sétima arte
Outro dia
Título
Fraqueza
Livro
Qual é?
Jogando fora
Fã
Palavras
9/19/13
Historia da musica: Pose ( Engenheiros do havai)
A obra do cancionista Humberto Gessinger traz um retrato da sociedade brasileira das gerações de 80 e 90, em especial da juventude,
questionando sua identidade, suas referências e o quadro político-social mundial. É o relato de uma geração crescida sob uma cultura de massa assombrada pelo espectro de super-heróis diversos, filmes de ação cada vez mais violentos, videogames em
que a luta é mais protagonista do que os lutadores, esportes que se tornam a cada salto mais radicais. É a sociedade que sofre a desilusão com a história política do país, que sofre com o excesso de informações e com a solidão das cidades.
Consoante a esse conceito, Gessinger fez da letra de Pose um instrumento de
crítica ao caos a que se encontrava e semales que a Revolução TécnicoCientíficatrouxe para o mundo, o qual é conceituado ironicamente pelo músico como um “cemitério de automóveis”. No entanto, é necessário reavivar diariamente a esperança (flores) presente nos corações e ‘regá-la’, para que depois possam ser colhidas “as flores que
nascerem no asfalto” – asfalto este símbolo da frieza e do mundo calculista,
marcado pelo consumismo desenfreado, pelo egocentrismo, pelas relações
políticas e sociais e pela violência. Dessa maneira, é essencial que todos se unam e
corram atrás de “tudo que se possa imaginar”. Nas estrofes seguintes, enfatiza-se a
necessidade de questionar o mundo e colocar em xeque tudo o que a princípio
é tido como certo. Aqui, continua-se a criticar as tecnologias do setor industrial,
notadamente do pólo petroquímico – “Vamos namorar à luz do pólo petroquímico”. ‘Iludir-se’ na esperança de que tudo isso pode ser revertido, ‘ilusão’ demonstrada pelo retorno para casa através de um “navio fantasma”. Porém, a solução é a união, a força de todos e o desejo de “velejar no mar de lama”, o qual muitas vezes suja até
mesmo a alma, mas com a ânsia de “remar contra a corrente / Desafinado
coro dos contentes” e crer que “se não for possível, a gente tenta”. Assim, Gessinger trabalha a com a crítica social, que tem um contexto histórico firmado no Imperialismo, no qual, sob as observações de Adorno (2003), as almas
e os objetos passaram a ser guiados pelo interesse das empresas e indústrias, que
visavam o lucro. Por conseguinte, o sonho e a esperança ficaram restritos à
obra poética que não se permitiu ser dominada pelo Imperialismo e só mais
tarde alcançou outros gêneros literários. Dessa forma, há uma proximidade entre
poesia e canção, porém, não devem ser
confundidos.
Gessinger, integrante do grupo
Engenheiros do Hawaii e compositor de
muitas das músicas da banda, em
especial, Pose. O compositor e músico
apropriou-se, de acordo com Franz
(2007), de elementos da Bossa-Nova,
Tropicalismo, Jovem Guarda; as
filosofias de Nietzsche, Sartre e Camus,
a linguagem tipicamente social dos
textos de Ferreira Gullar, Rimbaud, John
Fante, George Orwell; assim como os
aspectos nacionais e regionais de
Drummond, Josué Guimarães e Moacyr
Scliar.
No tocante a Drummond, Gessinger fez
uma intertextualidade, mesmo que
indireta, do poema A flor e a náusea e
com a canção Pose. No entanto, o
músico soube com maestria expressar
seus pensamentos e demonstrá-los com
autenticidade.
Historia da musica: Andar com fé( gilberto gil)
bem interpretada:
Andá com fé eu vou / Que a fé não costuma faiá / Andá com fé eu vou / Que a fé não
costuma faiá / Que a fé tá na mulher / A fé tá na cobra coral / Num pedaço de pão / A
fé tá na maré / Na lâmina de um punhal / Na luz, na escuridão / Andá com fé eu vou / Que a fé não costuma faiá / Andá com fé eu vou / Que a fé não costuma faiá / A fé tá na manhã / A fé tá no anoitecer / No calor do verão / A fé tá viva e sã / A fé também tá pra morrer / Triste na solidão / Andá com fé eu vou / Que a fé não costuma faiá / Andá com fé eu vou / Que a fé não costuma faiá / Certo ou errado até / A fé vai onde quer que eu vá / A pé ou de avião / Mesmo a quem não tem fé / A fé costuma acompanhar / Pelo sim, pelo não. (Gil, 1996, p. 256.)
A noção de sociolinguística fundamental nessa música é explicada em livro pelo próprio autor, demonstrando o seu vasto conhecimento de língua em uso:
"A fé e a ?Faia?". "O uso do ?faiá? é assumido com a intenção de legitimar uma forma popular contra a hegemonia do bem-falar das elites. É uma homenagem ao linguajar caipira, ao modo popular mineiro, paulista, baiano ? brasileiro, enfim ? de falar ?falhar? no interior. É quase como se a frase da canção não pudesse ser verdade se o verbo fosse pronunciado corretamente ? o que seria um erro... Outro dia cometeram esse ?deslize? na Bahia, ao utilizarem a expressão na promoção de uma campanha de cinto de segurança. Nos outdoors, saiu: ?a fé não costuma falhar? (a propaganda associava o cinto à fitinha do Senhor do Bonfim). Eu deixei, mas achei a correção desnecessária.""faiá" é coração, "falhar" é cabeça, e fé é coração. Gil: "É isso aí. ?a fé não costuma faiá?: é pra quem fala assim que ela não costuma ?faiá?." (Gil, 1996, p. 256.)
9/18/13
História da música: Mika
Mika fez todo um estudo em cima dessa musicalidade encantandora. Para saber como aconteceu este processo, em seu site há uma sequencia de vídeos que ele grava semanalmente contando como acontece o seu processo de criação e gravação, além das brincadeiras de rotina que aconteceram no estúdio localizado em Los Angeles, onde ele tem trabalhado há vários meses.
- Life in Cartoon Motion (2007)
- The Boy Who Knew Too Much (2009)
- The Origin of Love (2012)
Celebrate ft. Pharrell








